Duas formigas que fugiam de um tamanduá se esconderam atrás dos arbustos,olharam para cima e viram uma abelha pegando néctar das flores.A abelha voou para a sua comeia,e as formigas com inveja da abelha achando que ela passava o dia inteiro comendo,derrubaram todas a flores.Bem no momento em que o tamanduá estava ali.De tão cansada que as duas estavam acabaram sendo comidas.
Nagele
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Haicai
É uma poesia japonesa
Que chegou no Brasil fazendo história
Uma cultura diferente.
Lara Waldraff.
Que chegou no Brasil fazendo história
Uma cultura diferente.
Lara Waldraff.
Pensamentos
Penso de uma forma,
Que muitas vezes
Nem eu entendo esses pensamentos.
Letícia T. Müller
Que muitas vezes
Nem eu entendo esses pensamentos.
Letícia T. Müller
Haicai
Na escuridão da vida,
sempre encontro uma forma
De luz, que para muitos
É apenas mais um obstáculo
Letícia T. Müller
sempre encontro uma forma
De luz, que para muitos
É apenas mais um obstáculo
Letícia T. Müller
a floresta negra
A FLORESTA NEGRA
AS PESSOAS FORAM ANDANDO NO MATO EM tRÊS,E ERA DIa DE LUA CHEIA e começaram a se banhar num
lago que dava 170cm de profundidade.
e que tinha piranhas , jiboias. Começou a escurecer e um deles foi atacado por um lobo, e mergulhou no lado novamnete. os outros dois
sairam correndo do lobo, um deles morreu ,só
SOBREVIVEU um, que foi embora para casa e contou a
história para os outros.
eduardo procópio
eduardo procópio
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Flores
Uma branca, azul e uma rosa
mas não importa a cor
mas sim a importância
delas para o mundo.
Liana
mas não importa a cor
mas sim a importância
delas para o mundo.
Liana
Enfim, um indivíduo de idéias abertas
A coceira no ouvido atormentava. Pegou o molho de chaves, enfiou a mais fininha na cavidade. Coçou de leve o pavilhão, depois afundou no orifício encerado. E rodou, virou a pontinha da chave em beatitude, à procura daquele ponto exato em que cessaria a coceira.
Até que, traque, ouviu o leve estalo e, a chave enfim no seu encaixe, percebeu que a cabeça lentamente se abria.
MARINA COLASANTI - Contos de amor rasgados
Até que, traque, ouviu o leve estalo e, a chave enfim no seu encaixe, percebeu que a cabeça lentamente se abria.
MARINA COLASANTI - Contos de amor rasgados
Uma ideia toda azul
Uma idéia toda azul
Marina Colasanti
Um dia o rei teve uma idéia. Era a primeira da vida toda e, tão maravilhado ficou com aquela idéia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando-a sempre com alegria, linda idéia dele toda azul.
Brincaram até o rei adormecer encostado numa árvore.
Foi acordar tateando a coroa e procurando a idéia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a idéia poderia ter chamado a atenção de alguém. Bastaria esse alguém pegá-la e levá-la. É tão fácil roubar uma idéia! Quem jamais saberia que já tinha dono?
Com a idéia escondida debaixo do manto, o rei voltou para o castelo. Esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, ele saiu dos seus aposentos, atravessou salões, desceu escadas, subiu degraus, até chegar ao corredor das salas do tempo. Portas fechadas e o silêncio. Que sala escolher?
Diante de cada porta o rei parava, pensava e seguia adiante. Até chegar à sala do sono. Abriu. Na sala acolchoada, os pés do rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gases, cortinas e véus pendurados como teias. Sala de quase escuro, sempre igual. O rei deitou a idéia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.
A chave prendeu no pescoço em grossa corrente. E nunca mais mexeu nela.
O tempo correu seus anos. Idéias o rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos reais que mentiam a verdade. Apenas sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.
Só os ministros viam a velhice do rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar, e o libertaram do manto.
Posta a coroa sobre a almofada, o rei logo levou a mão à corrente.
Ninguém mais se ocupa de mim – dizia, atravessando salões, descendo escadas a caminho da sala do tempo. Ninguém mais me olha – dizia. Agora, posso buscar minha linda idéia e guardá-la só para mim.
Abriu a porta, levantou o cortinado.
Na cama de marfim, a idéia dormia azul como naquele dia.
Como naquele dia, jovem, tão jovem, uma idéia menina. E linda. Mas o rei não era mais o rei daquele dia. Entre ele e a idéia estava todo o tempo passado lá fora, o tempo todo parado na sala do sono. Seus olhos não viam na idéia a mesma graça. Brincar não queria, nem rir. Que fazer com ela? Nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.
Sentado na beira da cama o rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para a maior tristeza.
Depois, baixou o cortinado e, deixando a idéia adormecida, fechou para sempre a porta.
Moral: idéia não é para ficar adormecida, mas para ser realizada, sob pena de se perder.
(Extraído da obra de mesmo nome, Editora Global)
Alegria
Havia uma navio que sempre navegava em águas profundas, geladas e solitárias. Sempre sozinho, nunca feliz. Quando passava pela praia via aquela alegria, ficava pensando por quê daquela euforia. Intrigado resolveu tentar ser assim. quando estava lá sentiu a diferença e sentiu-se como um pássaro.
Letícia T. Müller
Letícia T. Müller
Borboleta Alegre
Uma larva, que um dia vai ser livre como uma Borboleta. Que vai se uma pomba branca no espírito. Que vai ser livre, que vai ser colorido como açoires, arco-íris. Uma borboleta é silenciosa. Que bom se o mundo fosse feito só de Borboletas.
Matheus
Matheus
Tragédia na selva
Vivia muitos animais na Selva, até que um homem queria matar todos os animais, a recompença era 500 mil doláres por animal. E começou a procurar os animais , achou um, viu que dava dinheiro, muito dinehiro e foi pegar mais e daí..
Lucas Bolicenho e Victor Eric de Faria
Lucas Bolicenho e Victor Eric de Faria
Um jardim com borboletas
Um dia um menino avistava uma borboleta no jardim e a borboleta estava botando seus ovos, no final da tarde. Desde então, o menino não queria voltar para sua casa. De noite, no jardim quando as borboletas estavam voltando para suas casas.
Quando o menino percebeu que estava terde fechou as janelas e só viu uma cena: uma lagarta fazendo seu casulo.
Marcos e José
Quando o menino percebeu que estava terde fechou as janelas e só viu uma cena: uma lagarta fazendo seu casulo.
Marcos e José
domingo, 12 de fevereiro de 2012
A gaiola da tristeza
O menino vivia numa gaiola sem liberdade alguma, só sabia sentir tristeza. E um dia ele viu uma fada que abriu sua gaiolala da tristeza, ele voou como um pássaro livre.
Liana e Lara
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Alegria
Um menino tenta encontrar felicidade em diversão, mas ele não consegue.
Não entende que a felicidade é com pessoas, não com os brinquedos.
Quando ele vê que não sente alegria, chama seus pais para brincar,
e assim, se diverte mais.
Pais pais são os brinquedos da alegria.
Alunos: Bruno e Chagas
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